O Copom cortou a Selic pela segunda vez seguida, de 14,75% para 14,50% ao ano, mas o recado do Banco Central foi de cautela: o ambiente é mais incerto que o normal e novos passos não estão garantidos. No mesmo dia, o Fed americano manteve seus juros parados, enquanto o petróleo disparado acima de US$ 110 — com o Estreito de Ormuz bloqueado pela guerra no Oriente Médio — pressiona a inflação global e força a revisão das projeções para a Selic brasileira, que no Boletim Focus saltou de 12% para 13% ao fim do ano em poucas semanas.
Apesar do corte, a recomendação dos estrategistas é manter a maior fatia da carteira em renda fixa atrelada ao CDI ou à Selic, e a segunda maior em papéis indexados à inflação (Tesouro IPCA+ com cerca de 7% + IPCA ao ano). Uma pitada em prefixados — que pagam perto de 14% ao ano — também é sugerida para travar taxas altas, mas com cautela dado o risco de a guerra se prolongar. Detalhe exclusivo do Valor Econômico: a bolsa brasileira está entre as maiores altas do mundo desde o início do conflito, com investidores globais migrando para fora dos EUA — o que torna a exposição estrutural em ações brasileiras uma recomendação complementar, mesmo num cenário de juros elevados.
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