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A NOVA ERA DA AVIAÇÃO NAVAL

A NOVA ERA DA AVIAÇÃO NAVAL

A Marinha dos EUA e a Boeing realizaram o primeiro teste oficial do MQ-25A Stingray, o primeiro drone operacional do mundo projetado para reabastecimento aéreo a partir de porta-aviões. A aeronave não tripulada tem como missão principal estender o alcance de jatos de combate tripulados, permitindo que as missões ocorram em distâncias muito maiores. Com capacidade para transportar até 15.000 libras de combustível, o Stingray é visto como uma peça fundamental para a estratégia de defesa moderna.

A introdução do drone visa solucionar um gargalo operacional: atualmente, cerca de 20% a 30% das missões dos caças F/A-18 Super Hornet são destinadas apenas ao apoio de reabastecimento. Com a chegada do MQ-25A, esses caças serão liberados exclusivamente para funções de combate e vigilância. Segundo a Marinha, essa integração é vital para o futuro da aviação naval, permitindo que a frota opere com mais velocidade e eficácia em cenários de alta complexidade.

O desenvolvimento do Stingray ocorre em um momento de tensões globais, com foco especial na crescente produção de mísseis antinavio por potências como a China. O contrato inicial para a construção dos primeiros protótipos foi de US$ 805 milhões, e a expectativa é que 22 aeronaves sejam adquiridas até 2028. O projeto marca o primeiro passo para a automação de serviços logísticos críticos no convés dos porta-aviões americanos.

Leia no InfoMoney.

Imagens: Divulgação/Boeing Defense

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