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BRASIL 360 | REGRA 3+1, SEGURANÇA JURÍDICA E ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS POR QUE UMA MULTINACIONAL…

BRASIL 360 | REGRA 3+1, SEGURANÇA JURÍDICA E ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS POR QUE UMA MULTINACIONAL…

BRASIL 360 | REGRA 3+1, SEGURANÇA JURÍDICA E ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS

POR QUE UMA MULTINACIONAL ESCOLHE UM PAÍS E REJEITA OUTRO? A MATRIZ MDL360

Imagine uma multinacional planejando investir:

R$ 20 BILHÕES.

Brasil?

México?

Estados Unidos?

Índia?

Outro país?

Todos podem querer aquele investimento.

Mas:

COMO A EMPRESA ESCOLHE ONDE INVESTIR?

A decisão não depende apenas de:

IMPOSTOS.

O investidor pode analisar:

mercado consumidor;

tributação;

energia;

logística;

mão de obra;

custo de capital;

infraestrutura;

segurança jurídica;

previsibilidade regulatória;

licenciamento;

fornecedores;

tecnologia;

acesso a mercados;

câmbio;

risco macroeconômico;

e qualidade institucional.

Por isso:

INVESTIMENTO É UMA DECISÃO MULTIFATORIAL.

Um país pode ter tributação competitiva e perder em logística.

Outro pode possuir boa infraestrutura, mas custos maiores.

Outro pode oferecer grande mercado consumidor, porém apresentar maior incerteza.

A empresa compara:

O CONJUNTO.

É dessa lógica que nasce a:

MDL360 — MATRIZ DE DECISÃO LOCACIONAL DO INVESTIDOR.

O objetivo é tentar enxergar o Brasil:

PELOS OLHOS DE QUEM DECIDE ONDE INVESTIR.

Primeiro:

BRASIL SEM REGRA 3+1.

Analisamos as condições relevantes para aquele investimento.

Depois:

BRASIL COM REGRA 3+1.

Recalculamos o projeto.

E perguntamos:

O QUE REALMENTE MUDOU?

A Regra 3+1 melhorou a equação econômica?

Reduziu alguma desvantagem relevante?

Aumentou a previsibilidade?

Alterou a relação entre risco e retorno?

O Brasil tornou-se mais competitivo naquela decisão?

E principalmente:

A EMPRESA MUDARIA SUA ESCOLHA?

Porque não basta afirmar:

“TEMOS UM GRANDE BENEFÍCIO.”

Precisamos descobrir:

SE O BENEFÍCIO REALMENTE ALTERA A DECISÃO DE INVESTIMENTO.

Imagine que, sem a Regra 3+1, outro país fosse escolhido.

Com a Regra 3+1, a equação muda e o Brasil passa a ser selecionado.

Esse seria um cenário potencialmente muito relevante.

Mas existe outra possibilidade:

a empresa já escolheria o Brasil mesmo sem a Regra 3+1.

Nesse caso:

O INVESTIMENTO NÃO PODE SER AUTOMATICAMENTE ATRIBUÍDO À REGRA.

E existe ainda uma terceira situação.

Sem a Regra 3+1:

R$ 5 BILHÕES.

Com a Regra 3+1:

R$ 8 BILHÕES.

A empresa já viria para o Brasil, mas poderia ampliar seu investimento.

Portanto existem situações diferentes:

INVESTIRIA DE QUALQUER MANEIRA.

INVESTIRIA MAIS POR CAUSA DA 3+1.

Ou:

ESCOLHERIA O BRASIL PORQUE A 3+1 ALTEROU A DECISÃO.

É exatamente essa diferença que precisaremos estudar.

Porque nosso objetivo não é simplesmente comemorar:

“UMA EMPRESA INVESTIU BILHÕES NO BRASIL.”

A pergunta correta é:

QUANTO DESSE INVESTIMENTO PODE REALMENTE SER ATRIBUÍDO À REGRA 3+1?

E isso nos leva ao próximo episódio:

TEMA 89 — INVESTIMENTO ESPONTÂNEO, AMPLIADO OU INDUZIDO: A REGRA 3+1 REALMENTE TROUXE O CAPITAL?

Porque antes de atribuir bilhões à Regra 3+1, precisamos descobrir:

O QUE TERIA ACONTECIDO SEM ELA?

BRASIL 360 — DO PLANEJAMENTO À TRANSFORMAÇÃO.

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