O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) ironizou nas redes sociais a saída da Häagen-Dazs do Brasil: “É culpa do Bolsonaro!” — provocação ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A General Mills, dona da marca, no entanto, atribui a decisão a uma reorganização global do portfólio — e não ao cenário político ou econômico brasileiro.
A Häagen-Dazs estava no país desde 1997. A distribuição já foi encerrada, mas os produtos ainda podem ser encontrados enquanto durarem os estoques. O movimento começou em março, quando a General Mills vendeu suas operações brasileiras — incluindo Yoki e Kitano — ao grupo 3corações por R$ 800 milhões. A Häagen-Dazs ficou de fora porque os sorvetes vendidos aqui eram importados.
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