O senador Flávio Bolsonaro afirmou em uma transmissão ao vivo na madrugada deste domingo (16) que recebeu mais de 1.800 ameaças de morte.
Segundo o candidato à Presidência pelo PL, as ameaças teriam aumentado após ele defender a classificação do PCC, do Comando Vermelho e de milícias como organizações terroristas.
A campanha de Flávio afirma que 30 ameaças resultaram em investigações da Polícia do Senado, responsável pela segurança do senador em Brasília e em viagens.
Em julho, Flávio dispensou a escolta da Polícia Federal, alegando desconfiança em relação à corporação por ela ser comandada por um diretor-geral indicado pelo governo Lula.
Não há, porém, evidências públicas de uma articulação de grupos de esquerda para atacar o senador.
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