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O CEO vai sair quando? | Marina Borges

O CEO vai sair quando? | Marina Borges

A sucessão do CEO não deveria ser tratada como uma emergência, mas como uma decisão estratégica contínua do conselho. Em sua coluna, Marina Borges destaca que metade das companhias abertas brasileiras ainda não possui um plano de sucessão estruturado.

Uma lacuna que pode custar caro em momentos de transição, afetando a estratégia, a retenção de talentos e a confiança do mercado.

Mais do que escolher um nome para o futuro, um plano consistente exige mapear posições críticas, desenvolver potenciais sucessores, prever protocolos para imprevistos e revisar o tema periodicamente.

Leia a coluna completa no site do InfoMoney.

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