Sobre o Fundo:
O FGAA11 encerrou sua primeira emissão em janeiro/22 com R$ 90 milhões. Desde então seguiu crescendo e já mais que triplicou de tamanho. Esse processo foi importante para o fundo, tendo em vista que inicialmente tratava-se de uma carteira concentrada em poucas operações. Durante o ano de 2022, o time de gestão da FG/A realizou a venda de CRAs no secundário com ganho, o que resultou em lucros adicionais aos cotistas, e na realocação dos recursos em mais operações, gerando uma carteira diversificada em 13 diferentes devedores atualmente. Em relação a rentabilidade, até o final de março/2023, o portfólio do FGAA11 estava com uma taxa média de CDI+3,54%.
Importante ressaltar que o fundo se divide em 2 estratégias: Carrego e Giro.
Carrego: Através das operações classificadas como carrego – que hoje representam cerca de 52% da carteira – o gestor consegue se posicionar em riscos que considera mais interessantes, com objetivo de manutenção da posição. Diante do cenário macro atual, com juros elevados, risco fiscal e cenário externo conturbado, o FGAA11 consegue mitigar riscos através da alocação em operações com lastro corporativo, de empresas com balanços robustos e indicadores operacionais saudáveis;
Giro: Já na estratégia de giro, são selecionados CRAs com maior potencial de venda posterior no secundário, com fechamento de spread, ou seja, resultando em ganhos para o fundo. Isso é possível, pois a FG/A com sua forte capacidade de originação de operações, consegue atender a demanda aquecida do mercado por CRAs.
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