Empresas que atravessam gerações não duram apenas por cultura, valores ou legado. Duram porque aprendem a tomar decisões difíceis antes que o mercado as imponha.
Renovar o portfólio enquanto o negócio ainda é saudável. Preparar sucessores antes da urgência. Investir no core enquanto financia o próximo ciclo de crescimento.
Longevidade não é preservar, a qualquer custo, o que deu certo até aqui. É ter disciplina para mudar enquanto ainda existe liberdade de escolha.
A pergunta é: quando foi a última vez que sua empresa encerrou, vendeu ou reestruturou algo relevante antes de ser obrigada?
Em sua coluna, Marina Borges reflete sobre por que empresas longevas transformam desconforto em processo — e decisão em legado.
Leia a coluna completa no InfoMoney.
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